mudámos
Estamos em businessloft.blogspot.pt.
Estamos em businessloft.blogspot.pt.
Quando criei o meu primeiro blog, decidi alojá-lo no Blogger. Na altura, a escolha parecia óbvia, apenas porque os blogs que seguia estavam alojados aí e, sendo utilizador do Gmail, pareceu-me acertado continuar a usar um produto da Google. Havia, no entanto, um pormenor que me continuava a desagradar: os templates disponíveis tinham um aspecto algo duvidoso, exigindo da minha parte um esforço de tempo considerável em termos de optimização – o que, olhando para trás, foi bastante benéfico, considerando que, de outra forma, nunca iria ter outra oportunidade para adquirir algumas bases de HTML e CSS.
Algumas pesquisas e comparações mostraram-me que, em alternativa ao Blogger, e de acordo com os objectivos que tracei, estava na altura de mudar para o WordPress: os templates eram melhores, a plataforma de backoffice robusta e relativamente simples de operar e, acima de tudo, iria permitir dar ao blog um aspecto mais “polido”. Quando decidi criar o business loft, não pensei duas vezes: tal como o efeitos especiais, iria estar alojado no WordPress, mais ainda porque havia à disposição novos templates que se adequavam na perfeição ao tipo de blog que idealizara.
Ao contrário do efeitos especiais, o business loft pretende atingir um público mais específico, que procure informação útil ligada às áreas do marketing, comunicação e gestão, e, para isso, é importante que a indexação nos motores de busca seja feita de forma mais eficaz. Este “pequeno” pormenor, aliado a uma certa insatisfação relacionada com a limitação actual de não ser possível modificar o HTML/CSS dos templates disponíveis, adicionar widgets extra e pensar, no futuro, em incluir publicidade no blog, levou-me a ponderar novamente as opções disponíveis.
Decidi voltar ao Blogger. Há coisas que nunca mudam, os templates básicos continuam com um aspecto amador mas, felizmente, o esforço de uma comunidade dedicada dá hoje, aos utilizadores menos experientes na construção de sites, a possibilidade de acesso a templates interessantes, totalmente customizáveis. O esforço de importação/exportação foi mínimo – graças à aplicação wordpress2blogger -, exigindo apenas uma verificação aos posts importados, para rectificar erros de formatação. Depois, foi uma questão de escolher um template que me agradasse (que, devo dizer, continua a não me seduzir tanto quanto o que havia escolhido no WordPress), adaptá-lo às minhas necessidades e aproveitar para rever a minha estratégia de publicação de conteúdos.
A única coisa que fica em falta e, não tendo acesso ao código do template, digo ser impossível, é redireccionar automaticamente os utilizadores para o novo domínio (como fiz anteriormente quando mudei o efeitos especiais para o WordPress). Assim, antes de fechar a porta e deixar esta moradia temporária, deixo aos visitantes o novo endereço businessloft.blogspot.pt, pedindo que actualizem (para quem usa) os leitores de feeds ou subscrevam o blog por email.
Até já!
A cultura empresarial pode ser definida como o resultado de uma mistura equilibrada de psicologia organizacional, atitudes, acções e crenças que, quando combinadas, definem não só o ambiente geral de uma empresa, como também a sua capacidade (teórica) de atingir os objectivos propostos.
A cultura de uma empresa não pode ser comprada ou fabricada. Tem de ser criada, e mantida, por todos os elementos da organização, exigindo tempo, dedicação e esforço; o retorno deste investimento raramente é imediato mas, regra geral, dá à empresa acesso a uma série de benefícios: Continuar a ler
O grande objectivo da gestão de projecto consiste em automatizar e maximizar a eficácia, e eficiência, dos processos de trabalho, resultando num aumento da produtividade, qualidade do produto/serviço e, em última análise, dos lucros de uma empresa. Na maioria dos casos, os projectos em curso decorrem em simultâneo, cabendo ao gestor de projecto definir qual o grau de prioridade a atribuir a cada um, tal que alocação de recursos e a definição de tarefas não prejudique o resultado final esperado para cada projecto.
Todos os sistemas de gestão pessoal e produtividade nascem da necessidade de melhoria e da ambição de atingirmos o nosso potencial máximo. No entanto, existem algumas coisas que não podem ser melhoradas ou modificadas por eles:
Retemos:
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Leia em voz alta as seguintes definições:
Importância: uma actividade é importante quando o seu resultado contribui para a realização dos nossos objectivos.
Urgência: uma actividade urgente requer atenção imediata, normalmente está associada aos objectivos de outra pessoa e encontra-se condicionada em termos de tempo para execução e finalização.
Prioridade: podemos estabelecer a prioridade de uma actividade combinando a sua importância e grau de urgência, e avaliando o seu impacto na realização dos objectivos propostos, de modo a que tudo o que seja importante se torne prioritário, mesmo que não seja urgente.
Recite-as como se fossem um mantra, acolha-as como se fossem oxigénio, partilhe-as com todos os que o/a rodeiam. Saiba que compreender o conceito de importância, urgência e prioridade é o primeiro passo para se tornar dono/a e senhor/a da sua lista de tarefas.
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Marcar uma reunião com um potencial cliente, para uma agência criativa de pequena ou média dimensão, não é uma tarefa difícil. Muito mais complicado é conseguir marcar uma reunião com um cliente que tenha a vontade, e o orçamento, para gastar dinheiro e contratar os serviços da agência. Existem, no entanto, potenciais clientes que pretendem, acima de tudo, obter propostas por parte das agências, não tendo intenção de desenvolver qualquer projecto com elas, levando a que se despenda tempo precioso num negócio que nunca se irá concretizar.
Evitar este tipo de situações recorrentes implica que a agência tenha sempre preparado um modelo de proposta aliciante que, efectivamente, motive o cliente a contratar os seus serviços e iniciar uma parceria vantajosa para ambas as partes. A proposta a apresentar deve estar adaptada às necessidades do cliente e ser sempre acompanhada por um orçamento detalhado (o preço apresentado deverá manter-se apelativo e contabilizar o tempo investido na elaboração da proposta), o que permite, através da receptividade demonstrada, perceber se conseguiremos transformar uma proposta num projecto lucrativo.
Criar uma proposta para motivar a acção por parte de um potencial cliente deve considerar que:
Se o tipo de clientes que pretendemos atingir possui necessidades semelhantes, podemos elaborar uma proposta padronizada e divulgá-la no website, newsletter ou outros suportes de promoção que se mostrem adequados. Por outro lado, é importante reconhecer que a apresentação sucessiva de propostas, ao mesmo cliente, pode ser um sinal claro que ele não está interessado e não tem qualquer intenção de gastar um cêntimo que seja com elas. Um cliente que entra numa loja apenas para ver pode comprar, mas apenas quando tiver um interesse genuíno no que temos para oferecer.
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